“Porque à noite, não importa o quê, eu estou sozinha. As pessoas que prometeram que sempre estariam aqui, não estão. O silêncio manifesta as memórias e os pensamentos em minha mente, até que tudo o que posso sentir é a mesma escuridão que me rodeia. Não diga que eu não estou sozinho à meia-noite. Eu estou. E parece que a dor vai durar para sempre.”—
3:40 am, seis meses mais tarde.
Helena Granel.